Departamento de Comunicação
Depois da bem-sucedida troca do campo sintético do Nubank Parque, finalizada no mês de março, o Palmeiras tem aproveitado o período sem jogos oficiais do time profissional masculino para reformar os dois campos de grama natural da Academia de Futebol. Com o objetivo de disponibilizar as melhores condições de trabalho aos seus atletas e sempre visando performances de excelência, o clube escolheu a grama do tipo Tahoma 31, da variedade bermuda, a mesma dos estádios da Copa do Mundo 2026, que será disputada a partir desta quinta-feira (11) no Canadá, México e Estados Unidos.
Segundo a engenheira agrônoma contratada pelo Verdão, Maristela Kuhn, o novo piso proporciona excelente nível de rolagem da bola, além de oferecer capacidade de recuperação melhor e mais ágil do que outros gramados. Maristela conta que o projeto desenvolvido a pedido do Palmeiras começou há cerca de um ano, logo após a participação do clube na Copa do Mundo de Clubes da FIFA, nos Estados Unidos.
“Durante a competição, a equipe treinou e jogou em novas variedades do tipo bermuda e, logo que retornou ao Brasil, o Departamento de Futebol externou a vontade de trocar os campos de grama natural da Academia de Futebol”, disse a engenheira agrônoma. “Depois da opção do clube pelo tipo de grama, o nosso maior limitador era o calendário do futebol brasileiro, que normalmente tem uma janela curta no Verão. Neste ano, porém, a janela de Inverno foi ampliada por conta da Copa do Mundo. Por ser um período em que se chove menos em São Paulo, nos pareceu o momento mais adequado para realizarmos o trabalho. Fizemos todo o planejamento detalhado quanto a prazos, custos e fornecedores, além das vistorias na lavoura para fiscalizar a qualidade”, explicou.

A reforma do Campo 1, localizado em frente à área de vestiários, teve início pouco antes da pausa no calendário causada pela disputa do Mundial e já foi quase concluída. As obras do Campo 2, por sua vez, começaram há cerca de dez dias – a previsão é que, quando o elenco retomar a rotina de treinamentos, os dois campos estejam disponíveis, a exemplo do Campo 3, de grama sintética, que foi totalmente trocado no segundo semestre do ano passado.
“A presidente Leila Pereira sempre nos deu apoio, e o diretor Anderson Barros nos ajudou nas questões de logística para que pudéssemos conciliar o trabalho com as demandas do time”, contou Maristela. “Vejo com muito orgulho a decisão do Palmeiras de melhorar o nível dos seus campos. Os clubes precisam estar sempre evoluindo e buscando novas tecnologias para aperfeiçoar o palco do espetáculo, que é onde os atletas treinam e jogam. Devemos sempre estar atentos a novidades para testarmos e utilizarmos”, finalizou.






































